Página Inicial Data de criação : 07/03/24 Última actualização : 11/10/19 03:08 / 17 Artigos publicados

Viagens -Vietname  Inserido Sunday 17 February 2008 22:18

Blogue de nani :Encontro de Olhares, Viagens -Vietname
Nas montanhas no noroeste do Vietname, região de Sapa, os viajantes podem encontrar pequenas aldeias habitadas por minorias étnicas como os H'mong, os Dao e os Zai, entre outros. É uma zona deslumbrante, mas onde o turismo está a provocar grandes transformações nas populaçães: a hospitalidade genuína vai dando lugar a comerciantes agressivos, no limiar da mendicidade. As contradições dos efeitos do turismo, no Vietname
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Meditação  Inserido Monday 14 January 2008 17:00

Blogue de nani :Encontro de Olhares, Meditação

Para nós, ocidentais, meditar significa refletir a respeito de alguma coisa. No oriente, meditar é algo bem diferente. É entrar num estado de consciência onde se torna mais fácil compreender a si mesmo. Nisargadatta Maharaj, um mestre indiano, nos explica com simplicidade no seu livro I am That: "Nós conhecemos o mundo exterior de sensações e ações mas, do nosso mundo interior de pensamentos e sentimentos, nós conhecemos muito pouco. O objetivo primário da meditação é que nos tornemos conscientes e que nos familiarizemos com a nossa vida interior. O objetivo final é alcançar a fonte da vida e da consciência." Assim, através da meditação vamos prestar atenção e descobrir como funcionamos. Como agimos em determinadas situações, porque respondemos uma coisa quando gostaríamos de dizer outra, porque fugimos daquilo que mais queremos, porque vivemos mergulhados na ansiedade, na depressão e no cansaço quando queremos apenas a tranqüilidade. Grande parte dessa confusão é criada pela mente. Podemos dizer que ela é o instrumento de nossa consciência e contém a somatória de nossos condicionamentos, padrões de pensamento, nossa memória e nosso lado racional. A mente é como um lago agitado. Ao ver a lua refletida nesse lago turbulento poderíamos supor que a própria lua é algo disforme e agitado, mas estaríamos totalmente enganados. Da mesma forma, quando olhamos para o reflexo do nosso Eu-Superior no lago inquieto de nossa mente, não conseguimos perceber sua verdadeira natureza. Meditar nada mais é do que aquietar os turbilhões dos pensamentos, serenar a mente para que possamos reconhecer com clareza nossa essência. Durante esse processo de aquietar a mente nos damos conta de nossos padrões de pensamento e de ação e, assim, podemos transformá-los. DICAS PARA A PRÁTICA A prática da meditação, embora simples, requer bastante disciplina e regularidade. Abaixo estão algumas dicas de como iniciar sua prática de meditação. Escolha um lugar sereno onde você possa sentar-se de maneira confortável e com a coluna ereta. Pode ser numa cadeira ou no chão com as pernas cruzadas. Sentar-se sobre uma pequena almofada ajuda a manter as costas eretas. Use roupas que não apertem nem incomodem. Acender um incenso ou colocar uma música bem suave pode ajudar a criar um clima de tranqüilidade no início. Depois de algum tempo, pode ser que você prefira dispensá-los. Evite meditar quando estiver com sono ou muito cansado. Você se sentirá frustrado por não conseguir se concentrar e desanimará de sua prática diária. Um bom horário para meditar é pela manhã, quando estamos mais tranqüilos e descansados. Porém, isso também é individualizável. Se você sentir que consegue melhores resultados à noite, escolha esse horário. Comece com dez minutos diários. Coloque um relógio para despertar após esse tempo, assim sua mente não poderá sabotá-lo fazendo-o acreditar que já se passaram muito mais que dez minutos. Não se mova durante esse tempo. O corpo é como um pote e a mente é a água dentro dele. Mover o recipiente faz com que a água também se mova e, lembre-se, o que você quer é que sua mente permaneça quieta e imóvel. A atenção deve estar voltada para o objeto da meditação (a respiração, um símbolo, etc.) sem que isso necessite de grandes esforços. Caso você disperse, reconduza sua atenção suavemente ao objeto escolhido. Qualquer coisa que aconteça estará bem. Se houver um monte de pensamentos desfilando pela sua cabeça, se você tiver vontade de chorar ou de rir, se você achar que nunca vai conseguir se concentrar, tudo bem. Apenas continue sentado e, sempre que possível, volte a sua atenção para o objeto sobre o qual está meditando.

EXERCÍCIOS DE MEDITAÇÃO

Um dos exercícios mais simples é observar a respiração. Sinta o ar entrando e saíndo pelas narinas. Acompanhe seu caminho por todo o corpo. Repare nos movimentos da barriga, do peito. Veja se há movimentos ou sensações na pelve, pernas, cabeça, etc. Esteja com o ar o tempo todo. Quando estiver em contato com a natureza, sente-se diante de uma paisagem e observe-a. Ouça os sons, veja as cores, sinta os aromas mas não fique dando nome às coisas ou analisando-as: "esse cheiro deve ser daquela flor", "como é bonita a forma daquela montanha", "o som desses passarinhos me deixa tão relaxado...". Apenas ouça, veja e sinta sem criar frases na sua mente, sem ficar tagarelando internamente. Sente-se diante de uma janela e deixe que a claridade invada seu corpo. Sinta a luz penetrando pelo alto de sua cabeça e fluíndo por todo o corpo. Mantenha sua atenção nesse fluxo. Repita o mantra OM durante todo o tempo da sua meditação. Mantras são sons que trazem uma determinada qualidade de energia para quem os vocaliza. O mantra OM é um dos mais antigos do hinduísmo e sua qualidade é o equilíbrio e a serenidade. Ele nos traz energia e ajuda a clarear a mente. Olhe atentamente para um símbolo ou um objeto que lhe chame a atenção naturalmente. Pode ser um desenho, uma estatueta, um yantra (diagramas cósmicos do hinduísmo), etc. No Yoga, usamos o simbolo do OM para meditar (veja o desenho ao lado). Olhe para esse símbolo e envolva-se com ele. Observe-o atentamente até que você possa mantê-lo com clareza na sua mente, mesmo de olhos fechados. Sente-se em silêncio e preste atenção a cada som que surgir ao seu redor. Ouça tudo ao mesmo tempo. Não se detenha em nenhum deles. Nenhum é mais importante do que os outros, nenhum é melhor ou mais agradável. Não julgue, apenas ouça. Evite relacioná-los com os objetos ou seres que os produzem. Permita-se ouvir o som puro e perceber sua qualidade intrínseca. Você pode meditar com as cores também. Pergunte ao seu corpo de qual cor ele necessita para estar em harmonia. Aceite qualquer cor que lhe venha à mente. Imagine um grande jorro de luz dessa cor fluindo sobre você ou mergulhe num oceano tingido com a cor escolhida. Não se preocupe em "ver" a cor, você pode apenas sentí-la com seus sentidos interiores. Observe seus pensamentos e tente perceber o espaço que existe entre um e outro. Mesmo numa mente completamente confusa, os pensamentos surgem e desaparecem deixando um breve espaço entre si. Descubra esse espaço, nem que seja apenas um segundo. Observe-o e você vai perceber que ele começará a se ampliar. Ao penetrar nesse espaço em branco, você estará além da mente. O OBSERVADOR PASSIVO Existem centenas, talvez milhares, de técnicas de meditação. Cada um deve descobrir a que melhor combina consigo e a que produz melhores resultados. Alguns preferem meditar com mantras, muitos gostam de observar a respiração e outros usam imagens ou símbolos. Porém, o que essas técnicas têm em comum é o fato de despertarem o observador passivo. Eu chamo de observador passivo aquela parte nossa que se mantém distante da turbulência da nossa vida diária. Ele é como um sábio que olha o vilarejo do alto de uma colina. Ele vê as pessoas correndo de um lado para outro, as crianças brincando, um cachorro procurando comida, alguém morrendo, um bebê nascendo, a geada queimando a colheita e nada disso o afeta. Ele permanece sentado no alto de seu monte, eqüânime, pois sabe que a dor ou a alegria brotam da mesma fonte e nenhuma delas é permanente. O observador passivo sabe que a verdadeira felicidade pertence ao Eu-Superior e que quando estamos conscientes dele, nada mais nos afeta. Mas ele também é um grande professor. Se você ficar com alguém 24 horas por dia observando como ele come, como se veste, como fala e age, como dorme, no final de uma semana você conhecerá muito dessa pessoa. Assim, se nos observarmos tempo suficiente, aprenderemos muito a nosso respeito. Aprenderemos como é que funcionamos, como agem nossos pensamentos e sentimentos, como eles influenciam nossas escolhas, etc. Quando desenvolvemos o observador passivo, podemos olhar de longe a paisagem de nossa vida e encarar os desafios que ela nos propõe com insenção de ânimos, sem deixar que o emocional nuble nossa percepção. É por isso que é tão fácil aconselhar um amigo com problemas. Como não estamos envolvidos emocionalmente, temos uma visão panorâmica da situação e podemos perceber as falhas e as possibilidades que ele não vê. Quando olhamos as coisas com uma certa distância, entendemos o contexto e os motivos por trás dos fatos. E, com essa compreensão, podemos encontrar saídas criativas, podemos ver portas onde antes parecia existir apenas muros.

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Natal em Lisboa  Inserido Friday 30 November 2007 17:56

Blogue de nani :Encontro de Olhares, Natal em Lisboa
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Os animais precisam de si!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  Inserido Friday 30 November 2007 15:09

Blogue de nani :Encontro de Olhares, Os animais precisam de si!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O projecto Animais de Rua tem como principal objectivo a esterilização de animais carenciados. A superpopulação de animais de companhia é uma realidade: o número de animais a precisar de um lar é muito superior ao número de famílias dispostas a adoptá-los, o que leva a que muitos milhares de animais nasçam e vivam nas ruas, sem acesso a alimentação suficiente ou a cuidados de saúde básicos, acabando muitos deles por morrer de fome, de doença, ou vítimas de maus-tratos. O projecto Animais de Rua foi criado para tentar minorar o sofrimento desses animais.

www.animaisderua.org

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Poder de Sorrir  Inserido Thursday 16 August 2007 14:10

Blogue de nani :Encontro de Olhares, Poder de Sorrir
 
Oferecer um sorriso torna feliz o coração.

Enriquece quem o recebe sem empobrecer quem o doa.

Dura somente um instante, mas sua lembrança permanece por longo tempo.

Ninguém é tão rico a ponto de dispensá-lo, nem tão pobre que não possa doá-lo.

O sorriso gera alegria na família, dá sustento no trabalho e é sinal tangível de amizade.

Um sorriso dá consolo a quem está cansado, renova a coragem nas
provações e é remédio na tristeza.

E se um dia você encontrar que não lhe oferece um sorriso, seja generoso e ofereça-lhe o seu:

Ninguém tem tanta necessidade de um sorriso quanto aquele que não sabe dar.

O brilho do ouro e da prata tornam-se opacos quando comparados à luminosidade do sorriso. Isso, por si só, bastaria para definir o significado do gesto ímpar chamado sorriso. Não há super-homem nem qualquer outra pessoa por mais carrancuda que seja, que não estremeça ante um cumprimento que brota da alma. Não foram poucas as oportunidades em que pude constatar na prática o que estou afirmando.

Muitas vezes encontro pessoas cabisbaixas e absortas em seus inúmeros dilemas. Mesmo sem conhecê-las cumprimento-as e percebo que a reação é a de quem está, por assim dizer, acordando de um profundo sono, tamanha é a admiração que deixam transparecer. São coisas fantásticas, que somente com muita sensibilidade consegue-se detectar.

Sobre o que estou discorrendo, só tem um porém: há que se diferenciar um sorriso interesseiro de outro que não traz qualquer segunda intenção. É bem verdade que em meio a tantas índoles que existem, torna-se difícil saber qual o objetivo esboçado pelas pessoas ao estamparem tal gesto em seus rostos. De qualquer forma, porém, o fato é que do sorriso brotam namoros que depois se transformam em casamentos. De um sorriso sincero nascem amizades que perduram pelo resto da vida. Sorrir é apanágio do ser humano e como fomos criados à imagem e semelhança de Deus, o sorriso que vem da alma reflete o próprio Deus. Sobre esse assunto há mais um particular: se cumprimentarmos pronunciando o nome da pessoa, o resultado transcenderá a todas as expectativas, já que nosso nome é nossa melhor música.

Ao que foi acima dito, vale acrescentar que muitas vezes ouvimos frases do tipo: “éramos felizes e não sabíamos”. Quem fala assim, com certeza recordará que naqueles momentos o sorriso era artigo de luxo, ou seja, praticamente inexistia. Isso serve de alerta a todos nós, quer estejamos ou não enquadrados na sentença antes mencionada. Assim se evitará que pequenos transtornos coloquem em cheque nosso poder de autocontrole. Nesses momentos é de todo necessário que façamos uma profunda meditação, direcionando nosso pensamento para caminhos cobertos de luz. Aqui cabem perfeitamente os seguintes dizeres das Sagradas Escrituras: “o coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos”.

Natal Marchi

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